O prefeito de São Luís, Eduardo Braide (PSD), na manhã desta sexta-feira (13), após a deflagração de uma nova greve do transporte público na capital maranhense, gravou vídeo se posicionando sobre o assunto. Braide classificou a paralisação como política e que seria uma “greve dos empresários”.
Eduardo Braide afirmou que a Prefeitura de São Luís está com os repasses de subsídios rigorosamente em dia e que não houve mais qualquer desconto nos pagamentos, mesmo com a redução da frota operante.
O prefeito lembrou do acordo firmado na Justiça do Trabalho e que os empresários não estariam cumprindo. Braide prometeu tomar providências, não só para amenizar o sofrimento do usuário do transporte público, bem como para por um fim na greve.
É aguardar e conferir.
Menos né Braide. Vamos falar a verdade. Você dizer que é política por conta das eleições deste ano é piada. É a primeira greve do transporte na sua gestão? Então não pode ser política, apenas você, como todos os outros que passaram pela cadeira de prefeito, não teve a capacidade de resolver o problema. Muito bom prefeito, mas nesse caso aí tem sido omisso.
Prefeito sai dessa bolha em relação ao transportes públicos de São luís vc faz uma péssima gestão junto a SMTT votei em vc nas duas últimas eleições, mais hoje noa voto mais em para cargo algum, vou pagar a minha multa da eleições desse ano mais não voto em políticos q só pensam neles
O problema é que Braide não autorizou aumentar o subsídio e sem esse aumento, os empresários alegam que não tem como pagar o aumento dos rodoviários. O governo do estado aumentou o subsídio e por esse motivo a greve não ocorreu no semiurbano
Eduardo Braide teve 05 anos pra resolver esse problema feito uma licitação, não fez. Agora se for candidato ao governo do Maranhão irá sair da prefeitura e deixar esse grande problema pra Ismênia resolver simplesmente Braide não teve capacidade de resolver.
Mais uma vez, a disputa política deixa o transporte público parado. Empresários pedem mais subsídios, a prefeitura não apresenta solução, e quem sofre é a população: usuários sem mobilidade e comércio sem clientes.
No fim, o prejuízo é da cidade.