A decisão do ministro do Supremo Tribunal Federal (STF), Flávio Dino, que suspendeu a quebra do sigilo bancário de 87 investigados aprovados pela CPMI do INSSS, ainda não foi bem digerida, principalmente pelo presidente da CPMI, senador Carlos Viana (Podemos-MG).
Viana afirmou que pretende apresentar um convite ao ministro Flávio Dino, para que o maranhense compareça na CPMI e possa explicar sua decisão, uma vez que a aprovação em bloco da quebra do sigilo bancário feita na CPMI do INSS já foi feita anteriormente em outras comissões.
Flávio Dino, ao suspender a quebra de sigilo dos investigados, incluindo o empresário Fábio Luís Lula da Silva, conhecido como “Lulinha”, filho do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), justificou sua decisão por entender que as votações para a quebra do sigilo bancário teria que ser individualizada, não em bloco.
No entanto, tanto na CPI do 08 de Janeiro (2023), como na CPI da Pandemia (2021) tivemos a aprovação em bloco da quebra de sigilo bancário dos investigados, inclusive até com anuência do STF.
Na CPI da Pandemia, o ministro Dias Toffoli (STF) rejeitou o pedido da empresa VTCLog para afastar a quebra de seus sigilos bancário e fiscal, que alegava exatamente a aprovação em bloco.
Já na CPI do 08 de janeiro aprovou em bloco, por votação simbólica, um total de 57 requerimentos. Desses, 45 eram quebras de sigilo de investigados, inclusive o da ex-deputada bolsonarista Carla Zambelli (PL-SP).
E é exatamente isso que quer entender o senador Carlos Viana, presidente da CPMI do INSS, os “dois pesos e duas medidas” do STF.

Se tivéssemos políticos corajosos, alguns desses ministros já haviam sido retirados do STF
A verdade é uma só e não tem volta, caiu a capa da moralidade, da altivez do salto alto e arrogância dos donos da verdade, como eles diziam defensores da democracia, o que tá se vendo em blindagem, mensagens e outros é totalmente diferente ( o futuro a Deus pertence, nada como um dia após o outro)
A imprensa precisa ficar de olhos bem abertos e atenta aos passos do ministro do Supremo Tribunal Federal Flávio Dino, o ‘Rocambole do Inferno’. Há rumores em Brasília em que essa proteção ao Lulinha não é de graça. Dino vai exigir do presidente Lula que ele apoie e declare, em bom e alto som, apoio ao seu pupilo, o candidato ao Governo do Maranhão Felipe Camarão. Também é preciso ficar de olho sobre a posição de Dino no processo do deputado federal Josemar de Maranhãozinho, que tramita no STF. Dizem as boas línguas que o ministro pode dar um embargo de gaveta nesse processo já o parlamentar se comprometeu em dar 50 mil votos ao deputado Márcio Jerry.
É o judiciário mandando e desmandando no Brasil
Flávio Dino nunca saiu da política, todas as decisões dele são nesse sentido, de proteger os deles e alcançar os adversárioa