Relatório da Controladoria-Geral da União (CGU) apontou indícios de sobrepreço no contrato de R$ 171,9 milhões firmado pelo Departamento Nacional de Infraestrutura de Transportes (DNIT) para a reconstrução da Ponte JK, que liga o Maranhão ao Tocantins, mas desabou em dezembro de 2024.
Depois da tragédia, que deixou 14 mortos, três desaparecidos e um ferido, a nova ponte foi entregue exatamente um ano depois, em 22 de dezembro de 2025. Só que a obra, financiada pelo Governo Federal, segundo a CGU, apresentou sobrepreço e fragilidades na metodologia utilizada para definição do orçamento.
No documento, a CGU afirma que as inconsistências identificadas “indicam que os custos estimados para a reconstrução da ponte tenham sido superestimados”. O valor ainda ficou maior do que foi divulgado incialmente (R$ 171,9 milhões), mas o custo, depois de um aditivo, passou para R$ 174,6 milhões.
Só que os auditores calcularam que, considerando parâmetros ajustados de mercado, todas as etapas da obra — demolição, projetos e reconstrução — poderiam alcançar cerca de R$ 154,1 milhões, ou seja, o total do valor a mais alcança uma diferença de R$ 20 milhões.
É aguardar e conferir.

20 milhoes e fihinha nos bolsos dessa quadrilha do lula
Humm Humm, tem também a história da empresa da revendedora de cosméticos, com contrato de 24 milhões na litorânea, só santo e bobo nessas histórias
haverá sempre um aditivo amais, toda licitação é abusada e violada, no contexto contratual…..tempo, faz mais isso, aquilo…….é normal e não dar em nada…….