O ministro do Supremo Tribunal Federal (STF), Alexandre de Moraes, emitiu Nota, nesta terça-feria (23), negando que tenha se reunido com o presidente do Banco Central, Gabriel Galípolo, para tratar sobre o Banco Master.
Moraes admite a reunião com Galípolo, mas assegura que só teria tratado exclusivamente as implicações da aplicação da Lei Magnitsky, adotada pelos Estados Unidos, contra o ministro e sua família.
A Nota de Moraes foi divulgada após a colunista de O Globo, Malu Gaspar, ter afirmado que o ministro do STF se reuniu pelo menos quatro vezes para fazer pressão em favor do Banco Master. Teriam sido três contatos por telefone e uma reunião presencial com Galípolo para conversar sobre os problemas do banco de Daniel Vorcaro.
Moraes queria que o BC aprovasse o negócio com o BRB, que tinha sido anunciado em março, mas estava pendente de autorização da autarquia. Vale lembrar que o escritório da mulher do ministro, Viviane Barci de Moraes, tem um contrato de prestação de serviços com o Banco Master que previa o pagamento de R$ 3,6 milhões mensais durante três anos a partir de janeiro de 2024, que renderia cerca de R$ 130 milhões no total.
É aguardar, conferir e torcer para que alguns políticos se preocupem mais com essa pauta do que com a propaganda das Havaianas.

Os bolsonaristas deveriam colocar quente em cima dessa informação que é gravíssima e não ficar se preocupando com propaganda.
Negar era o óbvio, difícil era ele admitir
O Ministro Alexandre de Moraes e o Presidente do Banco Central levaram dois dias para se manifestarem a respeito da noticia divulgada pela colunista de O Globo, porque estavam tentando encontrarem uma resposta para um caso tão grave, só que quando as manifestações foram publicadas, o que fica evidente, é que talvez tivesse sido menos constrangedor terem ficado em silencio, porque as respostas dadas de forma combinada, ficou pior do que o silencio.
Nada como um dia após o outro, e não existe crime perfeito, e se acha o dono da verdade o dono do Brasil, ainda tem muita água pra rolar por debaixo dessa ponte chamada STF, um dia a PGR não vai aguentar mais e o caldo derrama