O Governo do Estado continua ampliando os investimentos em infraestrutura urbana e educacional, geração de renda, combate à fome e acesso a serviços de saúde em todos os municípios do Maranhão. Na sexta-feira (17), o secretário de Assuntos Municipalistas, Orleans Brandão, esteve em Lago Verde, Pio XII e Santa Inês para entregar obras e serviços que promovem desenvolvimento social e econômico e melhoram as condições de vida da população.
“As obras têm que sair do papel para melhorar a vida das pessoas. É nessa firme parceria com os municípios que estamos entregando investimentos que promovem dignidade, educação, saúde e oportunidades para toda a população do Maranhão. Essa é a nossa missão e o nosso compromisso com os maranhenses”, afirmou Orleans Brandão.
Nos três municípios, foram entregues 18 carrinhos dos programas Minha Renda e Mais Renda, para melhorar as condições de trabalho de microempreendedores, e 2.037 famílias foram incluídas no maior programa de combate à fome da história do Maranhão. Além de R$ 200,00 mensais e R$ 50,00 por filho menor de seis anos de idade, essas famílias recebem assistência à saúde e terão acesso a cursos de capacitação para ingressar no mercado de trabalho.
Em Lago Verde, Orleans Brandão também entregou 36 cartões do programa Transporte Universitário a jovens estudantes do município e anunciou que o Governo do Estado fará a pavimentação asfáltica de três quilômetros de vias urbanas. “É orla, é Areninha esportiva, Estação Tech, VIVA/PROCON e, agora, o programa Maranhão Livre da Fome, que vai melhorar a vida de mais de 700 famílias da nossa cidade. Tudo isso acontece porque temos a parceria do Governo do Estado”, enfatizou o prefeito Alex.
Além dos benefícios sociais e de geração de emprego e renda, Pio XII também receberá um pacote de obras estaduais: 5 quilômetros de pavimentação asfáltica, Areninha Esportiva, Colégio Militar, portal da cidade, Estação Tech e VIVA/PROCON. “Agradecemos ao Governo do Estado. São ações muito importantes para que nosso município possa continuar avançando”, declarou o prefeito Aurélio da Farmácia.
A agenda de trabalho foi concluída em Santa Inês, onde 552 famílias foram incluídas no programa de combate à fome. Em parceria com a gestão municipal, o Governo do Estado também implantará dois grandes serviços: a Estação Tech, para capacitação tecnológica dos jovens, e o VIVA/PROCON, que foi reinaugurado para facilitar o acesso a diversos atendimentos de cidadania, como a emissão de documentos. “Para conquistar avanços, precisamos de parceiros como o Governo do Estado, que aqui tem grandes obras, como o Centro de Hemodiálise e quatro colégios militares. E assim vamos continuar avançando”, concluiu o prefeito Felipe dos Pneus.


O ´papada de porco’ e seus asseclas extremamente incomodados com os resultados profícuos do governo do Estado e da vertiginosa ascensão do pré-candidato ao governado do Maranhão, Orleans Brandão, já reuniu a mídia ‘amilhada’ para criar um clima de ‘terror’ e propalar que essa candidatura poderia ser contestada judicialmente.
Com argumentos falsos, inverossímeis e fora de contexto, um tal veículo de comunicação mentiu em uma tal argumentação que “campanha antecipada, abuso de poder político e econômico, e possíveis crimes eleitorais”. Esse mesmo ‘veículo de comunicação’ não questiona a campanha antecipada de Felipe Camarão, seus gastos e quem banca.
O que Felipe Camarão faz hoje é ou não “gastos excessivos, com uso de recursos públicos ou particulares, para promoção pessoal realizados antes do início legal da campanha podem ser considerados ilícitos eleitorais”.
Felipe Camarão é vice-governador e toda à sua agenda é só extremamente política. Só que esse mesmo veículo é incapaz de ecoar os tambores da verdadeira libertação, que não seja de seis interesses mesquinhos.
Ainda conta com uma tal declaração de um historiador que diz que a pré-candidatura de Orleans Brandão “é o coroamento de um grande processo de nepotismo”.
Falta lembrar ao historiador, que Flávio Dino nasceu dessa mesma oligarquia que rachou não por essência ideológica, mas por brigas provincianas de poder. Então, o governador José Reinaldo Tavares montou um ‘curral eleitoral’ para assegurar a Dino um mandato de deputado federal.
O historiador também deveria lembrar que secretarias como Saúde, Comunicação, Cidades, Infraestrutura foram usadas no Governo Dino para eleger os seus compinchas: Carlos Lula, Rodrigo Lago, Leandro Bello, Júlio Mendonça e outros.
E, assim caminha a humanidade: os falsos e odientos profetas mergulhando em seus interesses mesquinhos para atacar e tentar inviabilizar projetos destacadamente promissores.
Certamente. Aqui está uma história curta baseada nos eventos e personagens mencionados:
O Elo de Brasília
A poeira vermelha da estrada de Timon ainda estava nos sapatos engraxados de Carlos Brandão, mas a urgência da agenda o forçara a uma troca de planos brutal. Naquele final de semana, ele deveria estar no interior do Maranhão, sorrindo para fotos em uma inauguração de escola, mas uma ligação de Eri Castro na noite de sábado mudou tudo.
“Governador, a janela é agora. A articulação com o Planalto está fechada,” sussurrou Eri, a voz baixa e tensa, como se o próprio Palácio do Leões tivesse ouvidos.
Brandão suspirou. Essa aproximação com o presidente Lula não era obra do acaso; era o fruto de meses de negociações cautelosas e de bastidores. E a chave, ele sabia, estava nas mãos firmes de Paulo Cayres.
Cayres, o mediador silencioso, havia percorrido o caminho sinuoso entre São Luís e Brasília, traduzindo as necessidades do Maranhão para a linguagem do Governo Federal. Ele e Eri haviam trabalhado a pauta, garantindo que o encontro desta segunda-feira, 20, não fosse apenas protocolar, mas sim estratégico.
Na manhã de hoje, o pouso em Brasília foi rápido. Brandão trocou o terno de linho pelo azul-marinho de reuniões importantes. No carro a caminho do Palácio do Planalto, ele revisava a pasta: projetos de infraestrutura hídrica, a pauta da Zona Franca de Exportação e, o ponto crucial, o alinhamento político para o próximo ciclo.
Ao entrar na antessala, a tensão era palpável, mas o sucesso da articulação o confortava. Este não era apenas um encontro entre um presidente e um governador. Era a confirmação de uma aliança costurada no silêncio, onde a mão estendida de Lula era, na verdade, um reconhecimento do trabalho invisível de Paulo Cayres e Eri Castro.
“O Maranhão precisa de aliança para crescer, Presidente,” diria Brandão em minutos. E ele sabia que, graças àqueles dois, essa aliança já estava, de fato, selada. O evento no interior podia esperar. O futuro do estado esta nas mãos de Eri Castro.