BTG/Nexus: Flávio Bolsonaro 52% contra 48% de Lula

por Jorge Aragão

Pesquisa BTG/Nexus, divulgada nesta terça-feira (13), mostra o atual cenário na disputa eleitoral do 2º Turno para a Presidência da República entre Luiz Inácio Lula da Silva (PT) e Flávio Bolsonaro (PL). O levantamento é o primeiro do instituto nesta fase final da eleição 2026.

Dentre os votos válidos, que desconsideram brancos e nulos, Flávio registra 52% das intenções de voto ante 48% de Lula.

A margem de erro é de dois pontos percentuais para mais ou para menos. O levantamento entrevistou 2 mil eleitores, entre os dias 10 e 12 de outubro. O nível de confiança é de 95%. A pesquisa foi contratada pelo Banco BTG Pactual e está registrada no TSE (Tribunal Superior Eleitoral) sob o número BR-07997/2026.

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Propaganda eleitoral de Flávio Bolsonaro saiu sem áudio na TV

por Jorge Aragão

A propaganda eleitoral do candidato do PL à Presidência da República, Flávio Bolsonaro, foi ao ar sem som nesta segunda-feira (12). O programa de cinco minutos ficou sem áudio durante praticamente todo o tempo.

O curioso é que o programa do atual presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), adversário no 2º turno, teve som normalmente, logo em seguida.

A campanha de Flávio preparou uma peça especial para o Dia de Nossa Senhora Aparecida, celebrado nesta segunda-feira, com o objetivo de responder a questionamentos feitos contra o candidato sobre retirar o título de Padroeira do Brasil.

“Muito grave. Hoje, pela primeira vez na história de uma campanha presidencial, o meu programa eleitoral foi transmitido sem som. É isso mesmo, mudo. O meu programa foi transmitido sem som. O do Lula estava com som, tudo ok, mas o meu, transmitido sem som. Você acredita em coincidência? Cara, não. Não acredito, não existe coincidência”, disse.

A campanha de Flávio Bolsonaro assegurou que o arquivo enviado para divulgação estava com áudio e lamentou que a falha tenha ocorrido em um feriado, dia em que muitas pessoas estão em casa e com a televisão ligada.

É aguardar e conferir, até porque a campanha de Flávio Bolsonaro acionou o Tribunal Superior Eleitoral (TSE).

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Flávio Bolsonaro e Nikolas Ferreira virão ao Maranhão

por Jorge Aragão

O presidenciável Flávio Bolsonaro e o deputado federal Nikolas Ferreira, ambos do PL, confirmaram que virão ao Maranhão para comandar o Bloquinho do 22.

O ato político está previsto para o próximo dia 21 de outubro, em São Luís. A concentração, a princípio, está marcada para a Praça Maria Aragão, região central da capital maranhense.

O evento, além de Flávio Bolsonaro e Nikolas Ferreira, deve contar com representantes da Direita no Maranhão, entre eles o senador eleito Lahésio Bonfim (Novo).

É aguardar e conferir.

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Maranhão cada vez mais seguro

por Jorge Aragão

Por Carlos Brandão

No último domingo o Brasil foi às urnas. E há algo que poucos perceberam: o Maranhão votou em paz. Não registramos ocorrências graves de impacto à ordem pública.

O que se viu foi gente de todos os cantos indo às seções, exercendo sua cidadania, voltando para casa e seguindo a vida. Para quem vota, pode parecer apenas mais um dia de eleição. Mas para que tudo transcorra em paz, existe muito trabalho antes e durante a eleição. Enquanto os maranhenses se movimentam, há policial nas ruas, operador diante da tela e equipes de plantão.

O cidadão não atenta para o planejamento que se dá por trás desse resultado. E é assim que deve ser. Esse trabalho silencioso – assim como o que vem sendo feito em tantas outras áreas – é a maior conquista do nosso governo. E não é difícil mostrar o que ele produziu quando se trata de segurança.

De janeiro a setembro deste ano, os roubos de veículos caíram 17% no estado, 390 casos a menos que no ano passado. Os furtos caíram 31%, 777 ocorrências a menos. Em setembro, a Grande Ilha fechou o mês sem nenhum feminicídio ou latrocínio. O único caso de violência registrado levou seu agressor para a prisão. E nos cinco primeiros meses do ano, os feminicídios no estado caíram de 24 para 16. São oito mortes a menos em relação ao mesmo período do ano passado. Cada vida preservada representa uma família que não precisou enfrentar essa perda.

Parte desses resultados vem do uso de câmeras, do trabalho de inteligência e da atuação de nossas forças de segurança. Hoje são 450 câmeras na Região Metropolitana, que já ajudaram em 78 prisões. Recentemente, começamos a instalação de 30 totens de segurança em pontos estratégicos da cidade, com comunicação direta com o Centro Integrado de Operações de Segurança (CIOPS) e equipados com um botão de emergência que poderá ser acionado em situações de risco.

Os resultados são imediatos. Há poucos dias, um carro com placa clonada foi usado em um roubo a uma casa no Turu. A polícia cruzou as informações, localizou o veículo e conseguiu recuperar os bens das vítimas. Não há estatística que explique o que é uma família recuperar o que levaram dela e, para além disso, ter a certeza de que é amparada pelas nossas forças de segurança.

Claro que ainda há o que ser feito. Por isso, continuamos nosso trabalho. Governamos com a convicção de que segurança é essencial para uma sociedade que busca o desenvolvimento constante. Sem ela, a criança não vai à escola em paz, o comerciante não abre sua loja sem medo e o trabalhador não volta tranquilo para casa.

Seguiremos nessa missão até o último dia do nosso mandato, trabalhando por um Maranhão cada vez mais seguro para todos os maranhenses.

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Juscelino Filho declara apoio a Lula no segundo turno das eleições 2026

por Jorge Aragão

O deputado federal Juscelino Filho declarou apoio à reeleição do presidente Luiz Inácio Lula da Silva no segundo turno das eleições de 2026, marcado para o próximo dia 25. Em vídeo divulgado nas redes sociais, o parlamentar destacou ações do governo federal nas áreas de conectividade, educação, habitação e assistência social para justificar seu posicionamento.

Ex-ministro das Comunicações, Juscelino ressaltou iniciativas realizadas durante sua passagem pelo governo Lula, como o programa Escolas Conectadas, a expansão da cobertura de telefonia móvel nas comunidades rurais e a implantação de infovias para ampliar o acesso à internet na região amazônica.

Ele também citou a retomada do Minha Casa, Minha Vida, a criação do Pé-de-Meia e o fortalecimento do Bolsa Família e do Farmácia Popular. “Eu estou com o presidente Lula, por coerência, por gratidão, para o Maranhão e o Brasil continuarem avançando”, afirmou o deputado.

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Sarney está acordado, mas sem previsão de alta hospitalar

por Jorge Aragão

O Hospital UDI, neste sábado (10), divulgou um novo boletim sobre o estado de saúde do ex-presidente do Brasil, José Sarney.

O boletim médico, assinado pela Dr. Julia Bacelar Barros, afirma que Sarney está acordado, mas segue sem previsão de alta hospitalar.

O ex-presidente foi submetido a uma cirurgia abdominal para reversão de obstrução intestinal no fim da tarde da sexta-feira (09).

Sarney esteve internado por duas vezes recentemente, uma na própria UDI e outra no Hospital Sírio-Libanês, em São Paulo, para tratar uma pneumonia.

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Mais uma pesquisa crava vitória de Flávio Bolsonaro

por Jorge Aragão

Pesquisa Ipespe, divulgada neste sábado (10), também aponta eleição de Flávio Bolsonaro (PL), na disputa pela Presidência do Brasil.

O levantamento, considerando apenas os votos válidos, aponta Flávio Bolsonaro com 52,7% das intenções de voto, contra 47,3% do atual presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT).

A pesquisa Ipespe entrevistou 1.500 eleitores, entre os dias 6 e 8 de outubro. A margem de erro do levantamento é de 2,6 pontos percentuais, para mais ou para menos, com intervalo de confiança de 95,45%. O registro é BR-00933/2026.

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Prefeitura de Ribamar se posiciona sobre concursos públicos

por Jorge Aragão

A Prefeitura de São José de Ribamar, neste sábado (10), se posicionou sobre a decisão da Justiça de suspender os três concursos públicos que estavam em andamento no Município.

Em Nota, a Prefeitura de São José de Ribamar está cumprindo integralmente a decisão judicial, mas ressalta que a decisão possui um caráter cautelar, já que não determinou o cancelamento ou anulação dos certames. Veja acima.

A decisão da Vara de Interesses Difusos e Coletivos, através do juiz Douglas de Melo Martins, foi por suspender todas as etapas dos certames previstos nos editais nº 1, nº 2 e nº 3 de 2026, organizados pelo Instituto Social da Cidadania Juscelino Kubitschek.

A medida foi tomada após denúncia do Ministério Público do Maranhão diante de indícios de possíveis irregularidades na aplicação das provas.

É aguardar e conferir.

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Em política, quem vence está certo, mesmo quando parecia errado

por Jorge Aragão

Por Joaquim Haickel

O título deste texto deveria ser suficiente para explicar tudo o que gostaria de dizer sobre o meu engano ao imaginar que Eduardo Braide teria imensa desvantagem na eleição para o governo do Maranhão por não contar com o apoio dos grupos políticos majoritários nos municípios do interior do estado.

Em minha avaliação inicial, feita no ano passado, atribuí um peso muito maior ao apoio político do que ao apoio popular. Não imaginei que pudesse ocorrer, em 2026, um fenômeno semelhante ao que acontecera sessenta anos antes, em 1965, quando José Sarney foi eleito governador do Maranhão.

Com o decorrer da campanha, fui observando as mudanças que aconteciam, e dois fatos foram determinantes para que eu reformulasse minha análise sobre o pleito.

Quando André Fufuca aderiu à candidatura de Braide, afastando-se do grupo liderado pelo governador Carlos Brandão, o sinal amarelo se acendeu em minha mente. O sinal vermelho surgiu quando o prefeito de Imperatriz, Rildo Amaral, realizou o mesmo movimento e também se afastou do grupo ao qual pertencia.

Há quem diga que os dois, assim como outros integrantes do grupo governista que apoiaram Braide, cometeram traição. Discordo dessa análise simplista. Não penso que tenham traído alguém. Apenas escolheram um caminho diferente.

Ninguém é obrigado a apoiar ou deixar de apoiar quem quer que seja, especialmente quando um grupo político passa a ser conduzido de maneira excessivamente restrita e familiar. Tampouco se pode exigir que alguém permaneça seguindo uma direção contrária aos seus próprios interesses.

O que realmente me fez perceber que Eduardo Braide venceria a eleição, porém, foram duas ligações telefônicas que recebi, no início de agosto, de amigos que me apoiaram quando eu era deputado. Fiz a ambos a mesma pergunta e recebi respostas praticamente idênticas: várias lideranças políticas antagônicas entre si apoiavam Orleans, mas o povo estava com Braide.

Depois desses acontecimentos e das informações que fui reunindo, reformulei completamente minha avaliação. A cada dia, tornou-se mais evidente o crescimento de uma candidatura cuja principal força não vinha das estruturas políticas tradicionais, mas do anseio popular por uma nova liderança e por mudança.

Haverá quem diga que as ações do ministro Flávio Dino contra o governador e seu grupo político contribuíram para a vitória de Braide. Eu Discordo. Se essa interferência tivesse sido determinante, deveria ter beneficiado principalmente o candidato apoiado por Dino, o que não ocorreu. Seu candidato não chegou a ter 10% dos votos.

A votação de Eduardo Braide foi, antes de tudo, consequência do trabalho realizado por ele à frente da Prefeitura de São Luís. Também refletiu a crescente antipatia da população pelos grupos políticos tradicionais, vistos por grande parte do eleitorado como antigos, fechados e ultrapassados.

No início, cometi o erro de superestimar a força das lideranças políticas e subestimar a capacidade do eleitor de tomar sua própria decisão. Imaginei que a soma dos apoios municipais prevaleceria sobre o sentimento popular. O resultado mostrou exatamente o contrário.

A máquina pode reunir prefeitos, vereadores, deputados e lideranças. Pode organizar palanques, estabelecer alianças e ocupar espaços. Mas, quando o desejo de mudança se torna suficientemente forte, nenhuma estrutura consegue substituir a vontade do eleitor.

A maior demonstração da autonomia desse eleitorado apareceu nas eleições proporcionais. Braide venceu, e seus candidatos ao Senado, Fufuca e Lahésio, também foram eleitos. Entretanto, na Assembleia Legislativa e na Câmara dos Deputados, os partidos ligados a Braide foram fragorosamente derrotados. Seu próprio irmão não se elegeu deputado Federal.

Isso demonstra que o voto em Braide não foi necessariamente um voto em seu grupo político. Foi, principalmente, um voto pessoal, conferido a ele pelo trabalho realizado e pela esperança que sua candidatura despertou. O eleitor soube distinguir os candidatos, separar as disputas e fazer escolhas diferentes para cada cargo.

Acredito que a forma como venceu a eleição, sem depender direta e decisivamente de algum grupo ou de alguém, dá a Braide aquilo que mais o caracteriza: Não depender de ninguém, ouvir apenas a sua consciência, escolher individual e pessoalmente o que fazer. Esse é seu estilo, seu modus operandi. Se der certo o mérito será dele. Tem dado muito certo.

Chego ao final deste texto com a clara impressão de que ele poderia ter outro título, acompanhado de um subtítulo: Para ganhar uma eleição, não basta ter vaqueiro. É preciso despertar no povo a vontade de mudar e a esperança de viver dias melhores… E ser Eduardo Braide.

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