A ex-governadora Roseana Sarney aparece na liderança da disputa pelo Senado no Maranhão, segundo pesquisa do Instituto IPSensus divulgada nesta terça-feira (1º), mas a disputa pela segunda vaga segue acirrada e empatada
Na soma do 1º e 2º voto, Roseana registra 20,5% das intenções e ocupa a primeira colocação. Na sequência aparecem Lahesio Bonfim (Novo) com 14,4%; Dr. Hilton Gonçalo (Mobiliza) com 13,8%; André Fufuca (PP) com 13,6%; e Weverton Rocha, com 13,2%. A senadora Eliziane Gama (PT) aparece em sexto lugar, mas um pouco distante da disputa com 8,9%. Os demais não alcançaram 2% (veja acima).
O levantamento contratado pela Farol Comunicação ouviu 1.000 eleitores entre os dias 24 e 29 de agosto de 2026, em 50 municípios maranhenses. A pesquisa possui margem de erro de 3,1 pontos percentuais, para mais ou para menos, e nível de confiança de 95%. A pesquisa foi registrada na Justiça Eleitoral sob o número MA-05404/2026.

Será que Hilton Gonçalo vai surpreender nessa segunda vaga?
Roseana está eleita, falta apenas saber quem é o segundo colocado
Sr blogueuiro obrigado por rebaixar a senadora para deputada Federal aliás deveria rebaixar mas pra presidente dos sem mandatos. sei que foi um equívoco da sua parte mas duvido que ela chegue em 4 colocada
De fato foi um equívoco e irei corrigir, grato pelo alerta;
Alguém vai Fufucar a vaga do André.
Ou seja, o contratante foi o Diego Emir, mas quem pagou foi o dono da Alvorada Motos.
Aragão, qual tua hipótese para o Imirante não publicar a pesquisa que contratou e pagou 40 mil?
Meu caro Mané, mas mais estranho mesmo é o caso da pesquisa Verita. O próprio instituto contrata e faz a pesquisa. Qual o interesse de um instituto fazer isso, quando na realidade eles ganham dinheiro com as pesquisas??? De qualquer forma, o Blog vai manter o critério de divulgar todas as pesquisas autorizadas pela Justiça Eleitoral. Sobre a pesquisa EPO do Imirante, primeiro é preciso deixar claro que vc contratar a pesquisa não te obriga a divulgar. Por fim, acredito q a não divulgação tenha sido pelo fato da pesquisa ter sido questionada na Justiça Eleitoral e ter gerado um desgaste. Além disso, entendo q ocorreu um erro de deixar uma pesquisa próxima da outra dentro do Grupo Mirante;
Nisso concordamos. Empresas sem serviços prestados fora do Maranhão (Inop, Qualitativa, Ipsensus, Véritas) e empresas que elas próprias pagam (Veritá) são pouco críveis. No caso do Imirante, a pessoa que contratou o instituto EPO sem saber que tinha outra encomendada pela TV Mirante ou a pessoa que tomou a decisão de não publicar (se não for a mesma) deveriam ser chamadas no compliance da empresa, no mínimo. Um prejuízo financeiro desses!